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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Três tipos de jejum (Você sabe mesmo jejuar?)

"Ao jejuar, arrume o cabelo e lave o rosto." - Mateus 6.17 NVI.

[Atualizado em 17 de outubro de 2013 as 16h 38]

INTRODUÇÃO:
Nestas primeiras horas de 2013, quero convidar você a apresentarmos esse novo ano às mãos de Deus.
Se você não é cristão, faça comigo esse ato de fé assim mesmo, e entregue-se ao Deus que fez você e todas as coisas que há no universo.
Muitos agradeceram o ano que passou e pediu ao Senhor pelo que se inicia agora, ou rogou a algum deus que não tem a capacidade de fazer alguma coisa.
Todavia, nós estaremos tanto agradecendo por 2012, quanto pedindo por 2013, ao Deus único e verdadeiro, que fez os céus, a Terra e tudo o que neles há.
Uma ótima forma para nos debruçarmos em Cristo é jejuar. Mas, nós sabemos mesmo como jejuar? Conhecemos os verdadeiros preceitos que nos ensinam a correta forma de jejuar? Sabemos o por quê de jejuar?
Em verdade vos digo que há pessoas, cristãos até, que sequer sabem definir o que é jejum.
Discorreremos a respeito nas seguintes linhas.

1. O que é jejum?
Quando pesquisamos linguisticamente sobre o jejum, já absorvemos o real significado da prática.
Jejum é uma palavra usada de várias formas quando alguém opta por diminuir sua dieta alimentícia o mais próximo possível de zero, atingindo a sua perfeição quando chega realmente a zero, por um período de tempo pré-determinado.
Analisando este conceito por partes, temos: (1) Existe mais de uma forma de jejum, duas no mínimo, (2) é uma opção e não uma obrigação, (3) pode ser total ou não e (4) seu tempo de duração é pré-determinado.
Há vários motivos para a prática do jejum: greve de fome (geralmente por motivo político), para fins estéticos, competições [...] porém, as principais razões são religiosas e medicinais (quem nunca ficou de jejum do meio da noite até a manhã seguinte para exames médicos?).


Biblicamente, definir o jejum não difere tanto das disposições supracitadas. Aliás, complementam-se.
O principal conceito à luz da Bíblia sobre jejum é: abster-se de alimento físico por motivos espirituais. Pensando assim, é aceitável dizer que o jejum pode ser uma forma de o crente se preparar melhor para uma determinada situação já disposta ou não, sempre em caráter espiritual.
Nas Sagradas Escrituras encontramos o jejum abraçado à oração, porque entendemos que a pessoa que jejua também ora (e não o inverso).
Isso, na verdade, é óbvio (cf. Marcos 9.29). Contudo, o jejum pode ser definido também como "a oração sem palavras".

Muitos confundem a presença do Espírito Santo em nós como uma avalanche de barulhos, quando na verdade o Espírito se revela como sendo um marulho sobre a nossa vida. Isso mesmo; o som do mar.
Quando temos a oportunidade de estarmos na praia, por exemplo, avançamos lentamente até onde as ondas morrem. Ao sentirmos as águas baterem em nossos pés logo vem o arrepio. Se avançamos um pouco mais, as águas chegam nos joelhos. Avançando mais ainda chegamos onde as águas alcançam a altura do peito e ainda conseguimos ouvir o barulho da cidade atrás. Ao chegarmos mais adiante, onde as águas batem no queixo, fazendo com que seja claro o som do balanço das ondas em nossa face, o barulho da cidade ainda é notório, mas o que parece mais audível e nos prende mais a atenção no momento é a nossa respiração ofegante (porque as águas batem frequentemente em nossa boca, nariz e olhos, e pressiona o tórax).
Entretanto, quando avançamos a ponto de o mar submergir todo o nosso corpo, de forma que venhamos a mergulhar por inteiro [...] não se ouve mais nada, a não ser o marulho silencioso, não como sendo uma confusão, uma baderna, mas um sonido particular e indecifrável, onde se consegue distinguir os nossos gemidos inexprimíveis e o mover inefável do Espírito Santo (Romanos 8.26 NVI).
O jejum é silencioso de igual forma (cf. Ezequiel 47.1-12; João 6.63; 7.37-39).

2. Como jejuar (Mateus 6.16-18 NVI)?
Quando os discípulos de Jesus lhe pediram para que os ensinassem a orar (Lucas 11.1 - veja igualmente a reflexão "Como orar?"), ele também aproveitou para ensiná-los a praticar justiça, dar esmolas e jejuar, além de outras lições. Dentre essas lições, Jesus chamou a atenção dos discípulos para que atentassem seus olhos à maneira incorreta de muitos realizarem essas atividades: "Não sejam como os hipócritas!"

Eu já falei sobre a palavra "hipócrita" aqui no Ministrados, mas não custa falar de novo: do grego "hupokritês", significa "ator de palco".
O cristão deve ser autêntico, e não um impostor que atua a fim de ser visto pelas pessoas ao jejuar ou fazer boas obras. Se temos que imitar alguém, que seja Cristo, ou a fé dos que pregaram a palavra de Deus (I Coríntios 11.1; Efésios 5.1; Hebreus 13.7).
Jejuar é negar-se a si mesmo para honrar o nome de Deus, sacrificando o próprio corpo com a sua natureza pecaminosa.
Jejum não pode ser a definição de piedade ("lave o rosto" - v. 17), mas um sacrifício físico em prol da nossa relação com Deus.
O Senhor, através do profeta Isaías, nos deu um grande ensinamento acerca do jejum:
"O povo pergunta a Deus: 'Que adianta jejuar se tu nem notas?' [...] O Senhor responde: 'A verdade é que nos dias de jejum vocês cuidam dos seus negócios e exploram os seus empregados. Vocês passam os dias de jejum discutindo e brigando e chegam até a bater uns nos outros. Será que vocês pensam que, quando jejuam assim, eu vou ouvir as suas orações?'" (Isaías 58.3-7 NVI [NTLH]).

A autenticidade no jejum deve ser mantida do início ao fim, de forma secreta, onde apenas o Pai, que está em secreto, ouvirá nosso clamor sem palavras. Igualmente, devemos enxugar de nosso rosto toda expressão de dor ou sofrimento que possa indicar a qualquer pessoa que estamos jejuando. Evidentemente, alguém em nosso meio perceberá, como o nosso cônjuge, a nossa mãe (quando se preocupar por não termos ido a mesa para comer) ou nosso filho, ao notar a nossa ausência. Isso é compreensível, pois a nossa família, ao saber, deve manter o segredo, para que tudo aconteça segundo a vontade de Jesus (vv. 17,18).

3. Por que os discípulos de Jesus não jejuavam (Mateus 9.14-17; Marcos 2.18-22; Lucas 5.33-39)?
Em outra oportunidade, Jesus ensina uma nova abordagem sobre o jejum ao responder a questão ds discípulos de João: "Por que é que nós e os fariseus jejuamos muitas vezes, mas os discípulos do Senhor não jejuam?" (Mateus 9.14 NVI [NTLH]).
Este trecho dá-nos a ideia de que jejum tem a ver com luto, um pesar pelo Noivo que não está mais, fisicamente, entre nós (tempo que compreende a partir da Sua ascensão [Atos 1.9] até Sua volta [I Tessalonicenses 4.16,17]).
Contudo, notemos que Jesus pergunta se pode alguém entristecer-se enquanto o Noivo ainda está entre eles (Mateus 9.15).
Realmente, tristeza e luto tem seus momentos de enlace, pois nos sentimos contristados por não ter mais nosso Senhor em nosso meio, por ter sido rejeitado e morto. Porém, na festa da Santa Ceia reconhecemos pela fé a sua presença, e alegramo-nos nele (I Coríntios 11.24).
A pergunta de Jesus, "Podem porventura andar tristes os filhos das bodas?", nos ajuda a compreender que o jejum cristão não combina com tristeza, porque é incompatível com a abundante alegria que a presença do Senhor nos traz, conquanto, perante o mundo, o cristão se abstém de algumas coisas, as vezes, por amor a Cristo. A tristeza pode ser aceita no jejum por causa do pecado, mas não por causa de Jesus.

Cristo também respondeu aos discípulos de João Batista a respeito do jejum com uma parábola: "Ninguém usa um retalho de pano novo para remendar uma roupa velha [...] Ninguém põe vinho novo em odres velhos." (Marcos 2.21,22 NVI [NTLH]).
Essa resposta tem um certo caráter religioso.
A comparação com "velho" e "novo" diz respeito ao judaísmo da época, onde muitos seguiam a Lei antiga. O novo Evangelho trazido por Jesus, porém, não significa que a Lei foi abolida, mas aperfeiçoada, por isso a comparação (cf. Mateus 5.17).
A nova vida que Cristo dá não cabe no velho judaísmo. O vinho novo deve ser posto em odres novos. Este vinho novo é o aperfeiçoamento da Lei, a presença do Espírito transformando rituais em avivamento. O odre é cada um de nós, onde a Lei será depositada.
Semelhantemente acontece no caso do remendo novo no pano novo (ainda sobre vinho e odres veja o artigo "As bodas de Caná").
O Evangelho de Cristo não é um remendo da Lei antiga, mas vida e liberdade (João 8.3210.10; II Coríntios 3.13-17 NVI).
O apóstolo Paulo admoestava os gálatas para que não voltassem aos "rudimentos fracos e pobres" (Gálatas 4.9).
Foi para a liberdade que Cristo nos libertou (Gálatas 5.1). E para que a novidade de Cristo seja plenamente aproveitada e desenvolvida é necessário liberdade, porque, se estiver presa, os novos pano e odre se romperão e nada terá proveito (cf. I Coríntios 12.7).
O jejum não deixou de ser uma abstenção de alimentos físicos para fins espirituais, apenas ganhou mais uma motivação.
Aqueles que jejuam aspiram a volta do Noivo que foi tirado de nós (Apocalipse 22.20).
Como Isaías disse: "Busquem o Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto." (Isaías 55.6 NVI).

Podemos concluir esse tópico com uma explanação do jejum na presente era:
(1) É um sinal de anseio pela volta de Jesus; (2) Uma preparação para a Sua vinda; (3) Um sinal de tristeza pelo pecado que assola o mundo.

4. Os tipos de jejum:
Enquanto o dicionários da língua portuguesa evidencia que o jejum pode ter mais de duas formas, a Bíblia apresenta pelo menos três:

(1) Jejum normal (Mateus 4.2; Lucas 4.2):
Este jejum é aquele que se abstém de todos os alimentos sólidos e líquidos, exceto água.
Jesus jejuou quarenta dias. A expressão "depois teve fome" indica supostamente que Ele absteve-se de alimento, mas não de água.
Podemos compreender com isso que abster-se de água por quarenta dias requer um milagre. Jesus sendo tentado no deserto estava simbolizando o homem carnal sofrendo na sua tentação. Logo, não poderia exemplificar essa situação aproveitando-se da sua natureza divina e empregando o milagre de suportar a ausência da água por tão longo período.
Contudo, nós vemos na Bíblia pessoas na presença de Deus há exatamente quarenta dias, sem comer nada nem beber água, mas precisamos entender que houve milagre divino em tal situação, porque estavam pessoalmente como Senhor (cf. Deuteronômio 9.9);

(2) Jejum absoluto (Ester 4.16):
Este jejum compreende aquele onde nem alimento sólido, nem líquidos e nem água fazem parte.
É o caso onde, biblicamente, não se aconselha ir além de três dias, pois até os médicos afirmam que o corpo humano sofre terrível desidratação sem água neste período.
No contexto de Ester, é convocado todos os judeus para um jejum coletivo sem alimentos e sem água, mas por um tempo de três dias apenas.
Caso semelhante vemos na experiência de Paulo (Atos 9.9).
Ultrapassando o período de três dias de jejum sem água é aceitável apenas sob intervenção sobrenatural, como na situação de Moisés que vimos anteriormente, por exemplo (cf. Êxodo 34.28).
De igual modo o caso de Elias, onde este recebe intervenção divina para suportar um longo caminho de quarenta dias sem água (I Reis 19.5-8).

(3) Jejum parcial (Daniel 10.3):
Este jejum encontra-se numa situação de parcialidade, onde se abstém apenas de algum alimento que seja desejável.
Lembra da definição linguística do início do estudo? ["quando alguém opta por diminuir sua dieta alimentícia o mais próximo de zero"].
Daniel fez isso, certa feita. Cortou da sua dieta "manjar desejável" ao seu paladar por três semanas.
Seguramente este tipo de jejum pode ser aplicado à pessoas que tem problemas de saúde na região do aparelho digestivo, por exemplo, ou por quem já tem avançada idade. Segundo pesquisadores, Daniel tinha entre 80 e 92 anos nessa época e por isso achou mais inteligente naqueles dias cortar apenas alguns itens da sua alimentação diária, ao invés de jejuar sem alimentos e água.
É provável que Daniel tenha vivido mais de 92 anos, porém, improvável que tenha passado dos 100.
Convenhamos que o seu sofrimento em tirar da dieta apenas comidas saborosas equivale a alguém jovem e sadio como eu em abster-se de alimento sólido, líquido e água. Eu só tenho pouco mais de 28 anos e não tenho nenhum problema de saúde, graças a Deus (só para constar).
Ainda sobre o jejum parcial, lembro-me de uma jovem da nossa igreja quando, em certa ocasião, fez um propósito de ficar algumas semanas sem acessar sua página no Facebook. Eu disse que isso era um tipo de jejum e louvei sua atitude. Todavia, entenda, caríssimo leitor, que não estou dizendo que devemos praticar jejuns parciais de coisas que aparentemente estão fora da Sã Doutrina. Deixar de acessar a internet, abster-se por um tempo de assistir TV, parar um pouco de jogar no computador, etc, porque está (ão), de certa forma, atrapalhando a comunhão com Deus, não deixa de ser um jejum, mas não podemos achar que este é suficiente para alcançar os olhos de Deus (Isaías 58.3-7 NVI).

CONCLUINDO:
Jesus frequentemente jejuava e ensinava a prática a seus discípulos e seguidores.
Posteriormente, os apóstolos de Jesus, bem como a igreja primitiva de Atos, testificaram desta prática (Atos 13,2,3; 14.23; 27.33).
Você pode jejuar e orar para um fim pessoal, para ser mais avivado, receber mais graça divina, se humilhar diante do Senhor, ajudar alguém ou algum ministério, se fortalecer para a obra de Deus, pedir perdão a Ele, etc. Porém, o mais importante que você (e eu) deve saber é que o jejum nos aproxima cada vez mais de Deus e nos distancia cada vez mais do mundo (cf. I Pedro 5.5; Joel 2.12-14; Daniel 9.3; Mateus 9.15).
Que Jeová possa nos conceder oportunidades em 2013 de jejuar em sua presença, frequentemente.


11 comentários:

Ganhe Dinheiro na Internet (FrPromotora) disse...

Muito bom o estudo continue postando coisas boas e bem explicadas assim
Gloria a Deus !!!

Ganhe Dinheiro na Internet (FrPromotora) disse...

Parabéns pelo o estudo muito interessante bem explicado também
Gloria a Deus pela sua vida !!!

Jones de Lira disse...

Ganhe Dinheiro na Internet (FrPromotora)
Obrigado pelas belas palavras, "FrPromotora", que Deus nos abençoe neste ano que começa fazendo com que nos aproximemos cada vez mais Dele.

Feliz 2013!

Raphael Carvalho disse...

Nossa, muito obrigado pelo esclarecimento Jones! Ajudou-me e muito! Pretendo praticar estes jejuns constantemente, sabendo do limite do meu corpo...e espero que Deus faça mudanças abundantes na minha família e manifeste a sua Glória de uma forma extraordinária e inexplicável na minha Igreja!
Novamente, muito obrigado e que Deus te abençoe bastante meu irmão!

Jones de Lira disse...

Raphael Carvalho, fico feliz que Deus tenha exclarecido fatos reais da Sua Palavra para você também. Peço que reporte seu agradecimento a Ele, que é fiel e justo para nos agraciar com o Seu Conhecimento. Se fiz o que fiz, foi por meio Dele, para Ele e para edificação de pessoas,a começar por mim.

Deus te bençoe ricamente, meu irmão.

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Max Mendes disse...

Quando você fala que abster-se do facebook por uma semana é uma forma de Jejuar eu não entendi muito bem o significado da penitencia. Para eu, penitencia seria abrir mão de algo que gostamos em prol de vivermos um sacrificio para buscar uma intimidade com Cristo. Já o Jejum seria um sacrificio da própria carne. Sendo assim, não entraria a questão de facebook.

Poderia esclarecer melhor a diferença entre Jejuar e fazer penitencia?

Jones de Lira disse...

Max Mendes, abster-se de algo e jejuar tem o mesmo sentido significativo.
O que quis explicar a respeito é que podemos "jejuar" parcialmente nas coisas aparantemente pequenas, como deixar de comer algo saboroso (cf. Levítico 23.6), evitar por um tempo atividades que nos distancie de Deus (como acessar o Facebook, por exemplo. Eu citei esta rede social por ser, no momento, a mais popular).
Abster-se do Facebok por uma semana foi o exemplo da jovem cristão, não é uma regra. Cabe a cada um de nós examinarmos nossa vida e ver quais atividades cotidianas atrapalham nossa convivência com Deus, abstendo-nos dela para sempre ou momentaneamente, para voltarmos à Sua presença.

Antes de quaqlquer coisa, devemos entender qual o verdadeiro jejum, aquele que Deus aceita de nós (Isaías 58.3-7 - texto que mencionei no estudo), e assim prosseguiremos com a nossa vida normal e devotada ao Rei dos reis: JESUS.

Espero ter esclarecido.

MADALENA ALCANTARA disse...

bah .. eu adorei este estudo.. muito bom... eu tirei muito proveito e vou imprimir pra passar a outras pessoas .. obrigado por postar paginas tão uteis ...

Jones de Lira disse...

MADALENA ALCANTARA,

Que Deus possa ajudá-los a compreender melhor os assuntos bíblicos através do Ministrados [http://jonesdelira.blogspot.com.br]
Fico lisonjeado pela atitude.
Deus a abençoe.

miriam andrade disse...

Nossa, que legal tirou todas as minhas dúvidas sobre o Jejum, muito obrigada! agora posso jejuar porque tenho certeza que o Senhor vai receber o meu jejum. da maneira que eu jejuava estava passando fome apenas! que Deus continue te abençoando!

Jones de Lira disse...

miriam andrade,

Eu que agradeço. Fico feliz em ter ajudado mais um cristão. Espero ter contribuído da forma correta, com base nas Escrituras. Deus a abençoe ricamente.