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sábado, 26 de abril de 2014

A necessidade de ordem e decência no culto

Reteté de Jeová eu não tô dentro!
"Tudo, porém, seja feito com decência e ordem."  -  I Coríntios 14.40.


A maioria das pessoas evangélicas pentecostais gostam de um movimento mais quente e fervoroso nos cultos de suas igrejas. Isso é fato e inegável. O problema está na definição do que vem a ser "fervoroso".
Todavia, não trataremos aqui de definições fúteis de termos antibíblicos desnecessariamente, mas defenderemos à luz da Palavra de Deus o que, de fato, se constitui o verdadeiro culto cristão.
Eu sempre me sinto estranho quando acontece algo esquisito durante um culto que não condiz com o Espírito manso e dócil de Deus. Muitas vezes até sou pressionado por mim mesmo para me auto-examinar e procurar se em mim habita algum pecado por não estar sentindo o que os foliões estão naquele momento, mas logo me sinto acalentado pelas palavras de Paulo: "Deus não é de confusão [...] Ordem e decência!" (I Co 14.33,40).
Ultimamente tenho dedicado boa parte de minhas orações, e até mesmo nos cultos, antes, principalmente da pregação, para que Deus não permita movimentos, e sim momentos especiais com Ele. Porém, nem sempre a minha oração é suficiente e acabo convencido de que realmente o problema não está apenas em mim, mas em toda a igreja, que insiste em achar que o mover do Espírito é simplesmente gritaria, gestos espalhafatosos, chiados, profetadas, pulos, dancinhas, espontâneos, línguas estranhas sem parar, etc (Ef 4.30-32; 5.1,2), e não percebem que o fato de muitas vezes ocorrer um arrepio, por exemplo, é simplesmente uma reação do nosso organismo em tentar amenizar o frio, quando nos sentimos ameaçados1 ou por motivos sobrenaturais. Entretanto, há vários motivos sobrenaturais. Paulo, por exemplo, nos dá uma boa dimensão do que pode ser considerado sobrenatural, isto é, que transcende o lado físico-humano (Ef 6.12), e muitas vezes não se trata apenas do sobrenatural de Deus (I Jo 4.1). Portanto, muitos argumentos para explicar tais coisas esquisitas são retiradas da própria Bíblia, porém, de maneira excessivamente equivocada. Por isso, nas próximas linhas e nos próximos posts confrontaremos as mais conhecidas desculpas teológicas em apologia ao "remanto de Jeová", utilizando-nos da Palavra de Deus em sua essência.


1. O dia de Pentecostes:

O mais notável texto bíblico que aponta para o fervor cristão é, sem dúvida, o dia de Pentecostes após a ascensão de Cristo. Aliás, o termo pentecostal deriva desta bela, porém, muitas vezes, mal interpretada passagem.
A palavra pentecostes significa quinquagésimo (gr. pentekostos). Uma das três grandes festas anuais dos israelitas, celebrada 50 dias (ou 7 semanas) após a Páscoa e antecedia a Festa dos Tabernáculos (cf. Dt 16.13). Também era chamada de Festa das semanas (Dt 16.10), porque ocorria sete semanas após a Páscoa, Festa das primícias [do trigo] (cf. Ex 34.22) e Festa da Sega (Ex 23.16), porque se colhia os primeiros frutos e os oferecia à Deus pacificamente, isto é, de forma voluntária. Vemos aí a voluntariedade em buscar a Deus e receber o seu dom, ou seja, ausência de obrigação muitas vezes estipulada pelos obreiros e até pelo pastor, em forçar o mover e o batismo no Espírito e obrigar o falar em línguas. No dia de Pentecostes aconteceu justamente o voluntariado. Notamos isso quando observamos os dizeres de Paulo "Foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive a té agora; porém alguns já dormem." (I Co 15.6 ARA). Se consideramos que 120 receberam a promessa no dia de Pentecostes, conforme descreve Lucas momentos antes (At 1.15), para onde foram os outros 380? Embora não estejamos estipulando números, cremos que muitos esfriaram na fé e não chegaram ao objetivo. Isso é sombra de voluntariado, pois se tivessem sido obrigados estariam todos lá.
A Festa de Pentecostes lembrava aos israelitas que Deus era seu sustentador e o doador de toda boa dádiva, além de libertador (cf. Rm 7.6).
No Pentecostes ocorrido na igreja primitiva narrada em Atos dos Apóstolos, o significado é o mesmo: Deus é o sustentador e doador de toda boa dádiva, neste caso, em escala espiritual (Dt 16.9-12; At 2.1-4; cf. Lc 24.49; At 1.4,5,8; I Co 12.7) e também libertador (Gl 5.1; Cl 3.16,17; Rm 7.6).
Cristo ascendeu como as primícias da ressurreição (I Co 15.23) e 50 dias depois ocorreu o evento sobrenatural antes profetizado por Joel e confirmado posteriormente por Pedro (Jl 2.28-32; At 2.16-21)2.
O Pentecostes do NT consistiu no batismo com o Espírito Santo e a distribuição de dons pelo mesmo Espírito, ou seja, o revestimento de poder do Alto para executar a missão do Evangelho (Lc 24.49; At 1.8) já predita e comissionada por Cristo (Mt 28.18-20; Mc 16.15-17; Lc 24.45-49) e a distribuição de Suas primícias, isto é, Seus dons supracitados (Rm 8.23) e Sua marca (Ef 1.13), sem perder os valores significativos do Antigo Testamento (cf. Mt 5.17).

• A necessidade de correção (Atos 2):
Notamos no avivamento de Atos 2 o seguinte:
(1) O derramamento do Espírito era novidade para todos: Embora Cristo já houvesse dito e prometido sobre o que se tratava, os apóstolos e todos que estavam reunidos buscando a promessa do Alto não sabiam exatamente o que haveria de cair sobre eles.
O som que veio do céu repentinamente, como de um vento impetuoso enchendo toda a casa onde estavam assentados, quebrou o silêncio e a curiosidade de todos (vv. 1,2). Foram-lhes distribuídas línguas como de fogo concedidas a cada um pelo Espírito Santo e todos ficaram cheios Dele falando das glórias de Deus na língua nativa dos espectadores presentes (vv. 3,4). Este fato nunca acontecido na história da igreja cristã desencadeou um certo descontrole humano capaz de fazer com que alguns ali presentes, embora zombando, achassem que eles estavam bêbados (v. 13). Notemos que o barulho não ocorreu por parte dos 120, mas do som que veio do céu que parecia com o do vento (mas não era o vento).
Mas o evento irrompido naquele dia foi tão importante, avivador e sublime para os apóstolos e seguidores de Jesus, que eles ficaram maravilhados ao contemplar e ao mesmo tempo participar do mover sobrenatural, que não havia tempo/disposição para observar o que era necessário ou não, embora, mais tarde, Paulo doutrine que a manifestação do Espírito não toma subitamente o auto-domínio do homem (veremos mais especificamente adiante).
O texto menciona que haviam pessoas piedosas de todas as partes do mundo (v. 5), mas que se viram perplexas, atônitas e admiradas ao ouvirem todos os que foram cheios do Espírito falarem nas suas próprias línguas (vv. 6-12), mas diferente de alguns, estes piedosos não zombaram. Isso não significa, porém, que devemos simplesmente adotar uma forma de viver onde não importa o que vão pensar de nós ou se nos rotularão de loucos ou bêbados, não, pois se fosse assim, nem Pedro agiria como agiu, imediatamente, nem Paulo ensinaria aos coríntios a forma correta de aproveitar as manifestações do Espírito (I Co 12.7; 14.40). Deus não é de confusão, e sim de paz em todas as igrejas (I Co 14.33), e as Suas coisas também devem ser levadas em consideração; com reverência, santidade, ordem e decência (Ec 5.1; I Co 14.40).

(2) O batismo com fogo é distinto: Não confundamos o batismo no Espírito Santo com o batismo com fogo. Simplicidade ao se observar o texto atentando para os verbos e pronomes escritos, sem a necessidade extrema de consultar o grego, é possível compreender a diferença. Nos evangelhos de Mateus (3.11), Lucas (3.16) e João (1.26), ao se referir a Jesus que batizaria com o Espírito Santo e com fogo após ele, João Batista, o tempo dos verbos está no presente do indicativo, isto é, tempo verbal que indica o fato ocorrido no momento da fala ou, neste caso, processos habituais, algo que se faz diariamente3. Outra forma de João se expressar seria utilizando-se da locução verbal: "estou batizando enquanto Cristo não vem..." (e.g. Mt 3.6).
Na narração de Marcos, porém (1.7,8), o tempo verbal é pretérito perfeito do indicativo, ou seja, um acontecimento ocorrido recentemente4, e, por conseguinte, discurso atribuído aos já salvos (imersos há pouco). Logo, suas palavras não mencionam mais o "batismo com fogo", assim como Jesus também não mencionou ao prometer aos discípulos a descida do Espírito Santo (At 1.5), nem na casa de Cornélio (At 10.44-48; 11.15-17).
Assim, constatamos que o batismo com fogo é para julgamento (cf. Mt 3.10-12; Lc 22.31 NVI) e está reservado para os incrédulos, apesar de serem mencionados juntos nos textos supraditos. O batismo no (ou com) o Espírito Santo, porém, é uma bênção concedida para os salvos em Cristo, como mostra as últimas palavras de Jesus aos seus discípulos antes de ser assunto ao céu (Lc 24.49-51) e, por exemplo, aos que recebem a salvação no momento em que são agraciados com o mesmo dom do Espírito, como os gentios que estavam na casa de Cornélio (At 10.33-36,44-48; 11.14-18).
Não é possível, portanto, à luz da Bíblia, achar que o batismo com fogo é sinal de "crente avivado" ou de pentecostalismo, mas apenas um significado de condenação eterna (cf. Rm 11.21,22; II Ts 1.7-9).

Para fixar: Embora muitos teólogos (conteporâneos, inclusive) ensinem a respeito do batismo com fogo como sendo uma purificação ao invés de julgamento condenatório, muitas vezes até citando (erroneamente) passagens bíblicas do fogo simbolizando a depuração, João Batista mencionou à vista dos tradicionalistas fariseus e saduceus o juízo pelo qual o Salvador Jesus limparia toda a sujeira, guardando o trigo (batismo no Espírito) e queimando a palha no [batismo com] fogo inextinguível (a ira vindoura - Mt 3.7; Lc 3.7), assim como toda árvore que não dá bom fruto é cortada e lançada ao fogo (Mt 3.1-12; Lc 3.3-9,15-17). Entretanto, para os pecadores arrependidos, João mencionou a oportunidade de reconsideração, outrora mencionada por Jesus (Mt 12.33-37; 23.33) e por Paulo acerca de Jesus aos romanos (Rm 5.9) e aos tessalonicenses (I Ts 1.10). João Batista estava "preparando o caminho do Senhor", i.e., introduzindo palavras de como os homens deveriam proceder para a chegada do Messias (e.g. Mt 3.3; Mc 1.3; Lc 1.76; 3.3,4; Jo 1.23). Doutra forma, o texto de paulo aos tessalonicenses (II Ts 1.7,8) é para mim mais do que suficiente: "...quando do céu se manifestar o Senhor Jesus... em chama de fogo... contra os que não obedecem ao evangelho do Senhor Jesus."

(3) As línguas como que de fogo são distintas do batismo com fogo: Evidentemente as línguas como de fogo concedidas a cada um no dia de pentecostes tem a ver com a fala, um dom magnífico de falar noutras línguas outorgado pelo mesmo Espírito (I Co 12.4-7) que é figurado na Bíblia, dentre outras simbologias, como a água (Jo 7.37-39; cf. Tt 3.5), o vento (At 2.2), o azeite (Lc 4.18) e o fogo, que além de operar como carrasco5 no batismo com fogo6, também atua como purificador (Sl 12.6 - num contexto totalmente diferente) e, obviamente, provedor da sua própria manifestação nos homens (At 2.2; I Co 12.7) da maneira que Ele quer (I Co 12.11)7. Devemos notar que a Bíblia mostra claramente Jesus como batizador, seja utilizando o elemento Espírito Santo (Lc 24.49; cf. Jo 1.5) ou o elemento fogo (Mt 3.11; cf. Mt 3.10; Ap 1.14).

(4) A necessidade de correção perante todos: Pedro (e os onze - v. 14), ao ver a reação dos incrédulos, preocupa-se em explicar aos crentes de outras nações e aos próprios incrédulos ("Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém." - v. 14 ARA) o que havia acontecido, pois apercebe-se da necessidade de tal atitude para não deixar que o nome do Espírito de Deus, o autor daquele evento sublime, fosse ridicularizado (cf. I Co 14.9-22)8.
E o texto diz que Pedro "advertiu-os" afirmando expressamente que aqueles homens "não estavam embriagados" (vv. 14,15), e explanou para todos que o ocorrido referia-se à profecia de Joel (vv. 16-21). Notemos, igualmente, que a primeira pregação da igreja primitiva após a descida do Espírito Santo sobre ela foi uma pregação expositiva, ou seja, com a preocupação de que todos, crentes e incrédulos, pudessem compreender o que estava sendo dito mediante às Escrituras (princípios de hermenêutica9 através da exegese10 - e.g. Ne 8.8 NVI).
A preocupação de Pedro abre portas para os novos líderes de igrejas também se preocuparem com as manifestações do Espírito de Deus, advertindo-as para a maneira correta de se portar nos cultos públicos, com ordem e decência (cf. I Co 121314). Podemos constatar isso quando Paulo menciona aos coríntios (I Co 14.18,19): "Dou graças a Deus, porque falo em outras línguas mais do que todos vós. Contudo, prefiro falar na igreja cinco palavras com o meu entendimento, para instruir outros, a falar dez mil palavras em outra língua."
A necessidade de correção do comportamento da igreja perante o derramamento do Espírito no dia de Pentecostes se deu pela indispensabilidade de fazer cumprir as palavras que Paulo escreveria à igreja de Corinto (I Co 12; 13; 14), que, aliás, foi quem melhor expôs isto a igreja e, não por acaso, fez parte do cânon bíblico e o temos até hoje, advertindo-nos severamente quanto aos abusos dos dons na igreja em Corinto e na nossa.







NOTAS SOBRESCRITAS:

1. Veja, por exemplo, explanação científica do que se trata o arrepio aqui [http://goo.gl/ATtqCr];
2. Nota-se que Cristo morreu no crepúsculo da Páscoa, isto é, no dia correspondente à Páscoa. Isto posto, o dia de Pentecostes narrado em Atos 2 ocorreu 7 semanas depois de Sua ressurreição, período semelhante ao que ensina a Lei (Mt 27.15,33-35; Mc 15.6,22-24; Lc 23.17,33; cf. Dt 16.9,10);
3. Veja, por exemplo, explanação do tempo verbal presente do indicativo aqui [http://goo.gl/7oY3Ry];
4. Veja, por exemplo, explanação do tempo verbal pretérito perfeito do indicativo aqui [http://goo.gl/MXtMU];
5. Segundo o Dicionário Aurélio, é o mesmo que executor da pena de morte;
6. Veja-se, por exemplo, II Rs 19.18; Jó 31.9-12Is 37.18,19Jr 22.7Ez 15.4; 21.31; 30.8,16; Zc 9.4Lc 9.54-56; 17.29;
7. Embora João mencione Jesus batizando com fogo, entendemos pela Bíblia que Jesus é Deus e Deus é o Espírito, ou seja, a mesma Pessoa que atua ao mesmo tempo como Três distintas (Santíssima Trindade) é quem concede tudo ao homem (cf. I Co 12.14-6; Mt 28.19; Jo 10.30; II Co 13.13; Ef 4.4-6);
8. Devemos notar no texto referente ao dia de Pentecostes que haviam tanto homens piedosos, isto é, crentes (At 2.5 ARA), que se viram em perplexidade e atônitos (At 2.6,7 ARA), como também incrédulos zombadores (At 2.13). A maior preocupação de Pedro foi, sem dúvida, a manifestação dos incrédulos. Todavia, após a conversão de Paulo, quando este escreve aos coríntios, a preocupação em exortar, admoestar e ensinar o correto proceder no uso dos dons publicamente era justamente para os crentes, neste caso, os de Corinto (cf. I Co 12; 1314);
9. A Hermenêutica Bíblica é o campo do saber que estuda a forma como se interpreta a Bíblia e o sentido habitual dos textos bíblicos na sua totalidade, sempre que for possível. A Hermenêutica Bíblica é executada através da Exegese Bíblica;
10. A Exegese Bíblica é o campo do saber que estuda a forma como o real sentido das palavras contidas no texto original é aplicado.



8 comentários:

gatoguerreiro disse...

paz ao amado, só quero com todo respeito discordar do irmãos fala dos irmãos serem forçados, ou seja ninguém força ninguém, vai na frente quem quer, ha uma oração para oque Jesus batize e as vezes com a imposição de mão que também não é ao para se escandalizar.Pois então como muitos saíram aquele dia e foram embora, hoje os que querem sair não são obrigados ou forçados a ficarem.No segundo ponto o irmão fala que o barulho vinha do vendo e não dos 120, digo que a principio sim, mais agora imagine 120 pessoas falando em linguas de forma alta pois chamou atenção das pessoas que estavam na cidade, pois a bíblia diz lá que eles se ajuntaram ali naquele momento, eles não estavma com os discipulos lá. muito obrigado, Deus abençoe, e concordo com a ordem no culto.

Jones de Lira disse...

gatoguerreiro,

Sua opinião é muito importante e deve ser respeitada.
Primeiro, responder suas indagações é complicado, visto que seu português escrito é difícil de entender. Indico uma boa leitura diária de textos bem formulados mais um estudo dedicado de ortografia todos os dias, isso vai melhorar seu conhecimento literário.
Segundo, se o português já é difícil, compreender a Bíblia então...
Pelo que entendi, sua reclamação é o fato de as pessoas serem chamadas a atenção pelas línguas faladas de forma alta. O próprio texto que escrevi asserta para isso; o que chamou a atenção não foi o volume das vozes, mas as línguas ditas nos idiomas de quem estava passando por ali. O fato de os discípulos exagerarem no evento decorrido também foi devidamente corrigido imediatamente por Pedro e posteriormente por Paulo. Está tudo aí.
Talvez se o querido leitor desejar, indico a segunda parte deste estudo (clicando na imagem CONTINUA...) que o ajudará ainda mais na compreensão do que diz respeito a educação nos cultos.

Deus abençoe e obrigado pelo acesso e participação!

Em Cristo, Jones de Lira.

Reinaldo Ribeiro disse...

Perfeitas considerações prezado irmão Jonas. A peleja em prol da sã doutrina lega profundas hostilidades contra as nossas vidas, mas eu louvo a Deus por sua vida e pelas de todos aqueles que não se dobram ao baal do modismo teológico e da heresia pós moderna. Recomendarei este blog. Jesus te abençoe.

Jones de Lira disse...

Reinaldo Ribeiro,

Me alegro com suas palavras e reporto a glória ao Deus Altíssimo. Obrigado pelo comentário. Minha oração é para que o Espírito de Deus ilumine todos os que visitam o MINISTRADOS, como você. Recomendo a segunda parte deste estudo (clicando na imagem acima "CONTINUA...").
Abraço!

Edilson Ribeiro disse...

@Jones de Lira Posso imaginar o irmão Jonas (batistão), corrigindo pedro em seu sermão na praça, tendo em vista que pedro não tinha conhecimento literário. Vocês ficam de ti ti ti sobre falar ou não em linguas estranhas mas na hora que um demónio se manisfesta vocês chamam pessoas como o gatoguerreiro.

Jones de Lira disse...

Edilson Ribeiro,

Não tenho certeza se falou a meu respeito ou acerca do profeta Jonas (visto que meu nome não é "Jonas"), mas penso que clicou no meu perfil e viu a qual denominação estou inserido, por isso, acredito que sim, falou comigo.
O primeiro ponto que quero salientar é que em nenhum momento falei de denominações. Segundo, não xinguei você nem sua denominação, que não interessa qual seja, pois o intuito aqui não é falar de denominações, mas de Bíblia, de forma sistemática e mais simples possível.

Se não concordou em algum ponto, você tem todo o direiro, mas não use este espaço para xingar, provocar, use-o para argumentar, mostre a mim e aos leitores do blog que você é inteligente, não boçal.

Terceiro, entenda que o reino de Deus não é uma competição para ver quem está melhor preparado para expulsar demônios, afinal, expulsar demônios não significa santidade (Mt 7.22,23).

Quarto, o fato de Pedro não possuir conhecimento literário como Paulo, por exemplo, não pode significar que o que ele pregou em seguida ao derramamento do Espírito esteja errado (ou está?).

Por último, não estamos de "ti ti ti", e sim transmitindo uma reflexão teológica com base bíblica e histórica. Não olhamos para igrejas e suas placas, mas para a Bíblia.

Abraços!

Marcos Luiz disse...

Disse tudo. Até os terroristas conseguem convencer a muitos a se juntarem a eles alegando que estão certos quanto mais alguém que conheça um pouco da b´biblia e já se acha o dono da verdade.

Fica com Deus

leandro souza disse...

Jesus Cristo por uma simples parábola ensinava os seus discípulos e em voz baixa. Acho que para ser ensinado a palavra de Deus não precisa de desordem nem gritaria. Quando eu ouço nos culto que uma igreja sem gritaria e desordem é uma igreja fria. É o que estão ensinando ultimamente. Falar em línguas sem um intérprete é como falar palavras jogando aoar a bíblia diz isso. Mas poucos sabem. Se acha que nosso Deus é Deus de deixar nos confuso?