Sempre Ministrados

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sábado, 28 de março de 2015

Por que a música cristã brasileira está se tornando tão pobre?

Walkman quebrado. Má qualidade musical?
"Cantem-lhe uma nova canção; toquem com habilidade ao aclamá-lo [...] Até no caso de coisas inanimadas que produzem sons, tais como a flauta ou a cítara, como alguém reconhecerá o que está sendo tocado, se os sons não forem distintos? Além disso, se a trombeta não emitir um som claro, quem se preparará para a batalha?"  -  Salmo 33.3; I Coríntios 14.7,8 NVI.

Não é só no Brasil e não é apenas a música cristã, mas em todo o mundo e praticamente toda a música em si vem se tornando ao longo dos últimos anos uma "arte" desprovida de uma letra rica, de arranjos bem feitos e, o pior, com uma mensagem promíscua. Isto é uma impressão pessoal e a tenho de forma geral, pois reconheço que pouquíssimas obras musicais tem sido exceção. Talvez a música não mereça mais este título.
Recentemente formamos um coral de seminaristas para celebrar os vinte e quatro anos do nosso Seminário Teológico e tenho percebido como é difícil preparar pessoas para cantarem músicas bem ajustadas, harmônicas e em vozes. Estamos [mal] acostumados a gritar em nossas igrejas. Junto com a má qualidade vem a péssima letra em total desacordo com a regra maior, a Palavra de Deus. Mergulhamos na moda gospel intitulada "Ministério de louvor". Não estou criticando os merecidos ministérios de louvor piedosos que existem nas igrejas brasileiras, e sim a generalizada "moda" de fazer parte de um grupo que "ministra" nos templos, que se autodenominam ministros de louvor e levitas na mais pejorativa das intenções, i.e., sequer sabem os significados das palavras levita e ministério: não querem mais servir, não querem mais cuidar da igreja, nem dos instrumentos, não toleram mais serem chamados à atenção, mas não abrem mão dos elogios, da fama de cantarem (ou ministrarem, como fazem questão de enaltecer) na igreja aos domingos e somente aos domingos, não querem estudar as Escrituras, não sabem sequer os princípios bíblicos que regem acerca da equipe de louvor, não aceitam a correção, não admitem críticas, consequentemente não pregam dentro da música a Palavra de Deus, a Bíblia.
Não faz nem uma semana que publiquei um pensamento nas redes sociais a respeito da pobreza nos hinos cristãos atualmente e recebi sugestões de comentar hinos aqui no blog. Embora este não seja o objetivo principal do Ministrados, não pude ignorar o fato de ver jovens da minha própria igreja citando incansavelmente nas redes sociais letras heréticas de hinos famosos no meio gospel. Não farei isso para confrontar (mesmo que seja inevitável), mas para redarguir o erro evangélico em compor o que faz sucesso, ao invés de compor o que glorifica, antes de qualquer coisa, o Nome que é sobre todo nome, o nome de Jesus (At 4.12; I Co 10.31). A estes erros estão nossos jovens e nossos obreiros aplaudindo. É preciso ensiná-los.

O salmista Davi, que parece ter escrito o Salmo 33, convida o povo a se regozijar no Senhor. Acredita-se que a autoria deste salmo seja de Davi por que o primeiro versículo tem uma ligação profunda com o último do capítulo anterior, que foi sem dúvida escrito por ele.
Para os mais desatentos à leitura bíblica, Davi foi o responsável pela instituição oficial do Ministério de louvor no AT, na época do Templo, comissionando especialistas para liderar e compor o lugar de músicos (I Cr 15.16-2425.5-7). Suas funções não se limitavam simplesmente a cantar e tocar, mas em ministrar no Templo, cuidar das ofertas que haveriam de ser sacrificadas no Templo, vigiar, transportar, limpar, recolher dízimos, zelar pela mobília que fazia parte do edifício erguido para este fim (cf. I Cr 23-27). Muitas coisas planejadas na época de Moisés e Josué para os israelitas só foram conquistadas nos tempos de Saul e [principalmente] nos de Davi. Sua sede de melhorar a musicalidade no culto à Deus veio de seu talento musical.
Davi era um musicista como poucos(I Sm 16.18). Os muitos salmos escritos pelo rei mais notável que Israel já teve por si só já são suficientes para provar seu talento: todos arranjados e produzidos pelo próprio rei e entregue aos líderes dos cânticos para serem entoados no Templo.
No Salmo 33, possivelmente davídico, é-nos apresentado um dos requisitos para um indivíduo fazer parte do Ministério de louvor:
"...toquem com habilidade ao aclamá-lo." (Sl 33.3 NVI).
A introdução deste salmo, conforme S. E. McNair comenta, convida os justificados a louvar a Deus:
"Aqui temos uma chamada para louvar a Deus; isto é possível mediante a justiça pessoal. A chamada vem a ser enfática mediante a repetição: exultai, dai graças, cantai louvores, tocai bem e com júbilo.1"
Se confrontarmos este salmo com as ordenanças do rei Davi nos livros das Crônicas, teremos evidências de sobra para crermos que participar de algo tão sublime requer, além de outras referências, capacidade intelectual, sobretudo, teológica.
Levando em consideração o conhecimento de Davi e dos levitas separados por ele ao ministério divino, percebemos que o ato de fazer parte do Ministéio de louvor da igreja e, consequentemente, atuar no reino de Deus com música, não é nada inteligível, pelo contrário, é responsabilidade em cima de responsabilidade, pois estamos ministrando de duas formas, entregando a Deus e ensinando a igreja, e como despenseiro de Deus é fato que devemos ser ecncontrados fiéis, mormente quanto e como estamos construindo sobre o fundamento já lançado (I Co 4.1,2; 3.10,11).

Da mesma forma, Paulo vem corrigir dentro da igreja de Corinto os erros bárbaros do culto cristão, lembrando dos músicos ao entoar seus instrumentos:
"Agora, porém, irmãos, se eu for ter convosco falando em outras línguas, em que vos aproveitarei, se vos não falar por meio de revelação, ou de ciência, ou de profecia, ou de doutrina? É assim que instrumentos inanimados como a flauta ou a cítara2, quando emitem sons, se não os derem bem distintos, como se reconhecerá o que se toca na flauta ou cítara? Pois também se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?" (I Co 14.6-8).
O versículo 6 só foi incluso na citação acima para melhor compreendermos o contexto. O assunto desta publicação não é o falar em línguas, mas o que Paulo faz: dissertar sobre o culto cristão prestado pelos coríntios. Para comparar o abuso dos dons, sobretudo o falar em línguas, o apóstolo alude aos músicos que tocam sem a devida coerência musical e teológica. Devemos notar o termo doutrina que Paulo usa para mencionar os músicos desleixados no culto cristão, o termo grego didachê, o mesmo utilizado no versículo 26, que significa instrução, sinônimo de logos (gr.) que aplica-se á Palavra, i.e., o ministro em sã consciência, mesmo aquele que serve na igreja com a música, além do talento e habilidade, deve apresentar embasamento bíblico3.
Paulo fala das coisas inanimadas, i.e., os instrumentos que precisam de alguém que os opere para que produzam som de forma que seja perfeitamente reconhecível (ou que não seja estranho), distinto (que chame à atenção pela qualidade) e que emita um som claro, que neste caso o apóstolo menciona um toque de guerra. Ninguém pode produzir música perfeita no reino de Deus sem conhecimento musical e bíblico. Os instrumentos não falam, eles tocam, e é preciso alguém que os opere com consciência e responsabilidade.

A distorção e o abandono dessas informações tem decapitado a liturgia santa do culto à Deus no tempo presente, ferindo, degolando, ceifando o momento adorativo, que deveria ser reverente, separado, único e especial para Cristo.
Em vista disso, sou obrigado a provocar um enfrentamento de duas letras musicais bem atuais, tendo a Bíblia como Juiz, para provar o que é música bíblica e música satânica (isso mesmo que você leu).

1. Raridade - Anderson Freire:

Não consigo ir além do teu olhar
Tudo o que eu consigo é imaginar
A riqueza que existe dentro de você

O ouro eu consigo só admirar
Mas te olhando eu posso a Deus adorar
Sua alma é um bem que nunca envelhecerá

O pecado não consegue esconder
A marca de Jesus que existe em você
O que você fez ou deixou de fazer
Não mudou o início, Deus escolheu você
Sua raridade não está naquilo que você possui
Ou que sabe fazer
Isso é mistério de Deus com você

Você é um espelho que reflete a imagem do Senhor
Não chore se o mundo ainda não notou
Já é o bastante Deus reconhecer o seu valor
Você é precioso, mais raro que o ouro puro de ofir
Se você desistiu, Deus não vai desistir
Ele está aqui pra te levantar se o mundo te fizar cair4

O problema desta letra é evidente. Mas, antes, vamos analisar o mais fácil.
A primeira estrofe parece não ter problemas.
A segunda estrofe parece ter uma mensagem interessante: se o pronome te se refere ao cristão, subentende que este cristão é precioso, santo, imaculado, pois é por causa dele que se pode adorar a Deus, cuja alma é um bem indiscutível.
No entanto, se o pronome te se refere a Jesus, é mais perfeito ainda porque nosso Senhor obteve testemunho do Pai e o tem eternamente:
"E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu filho amado, em quem me comprazo." (Mt 3.17).
Expressões como você é precioso, Deus não vai desistir, Ele está aqui pra te levantar (última estrofe) mostra uma possível preocupação do autor em pregar a mensagem de que o crente tem valor para Deus ainda que não para o mundo. Até aqui aceitável.
Os problemas começam nesta mesma estrofe: não chore se o mundo ainda não notou é bem apelativo, pois passa a ideia de que ser notado pelo mundo é bom e caso isso não seja possível, o reconhecimento de Deus vem como uma segunda opção contradizendo o que diz, e.g., o próprio Jesus:
"...não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Quem ama seu pai ou a sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim; e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim; quem acha a sua vida, perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa, achá-la-á." (Mt 10.34-39).
Profundo, não? Paradoxal, esquisito, pesado, difícil, etc. A preocupação de Jesus possui fundamento nestas palavras e não tem nada de esquisito.
Aqui está claro pelas Sagradas Escrituras a principal condição para agradar Jesus: renúncia. Diria mais, não é apenas uma condição, mas um dogma5.
Entenda-se o que se lê: Jesus está contradizendo o pensamento judeu de sua época, quando os líderes se utilizavam de conceitos humanos dos mais diversos para usar como desculpas esfarrapadas a fim de não observar a Lei como deveriam. Obviamente os cristãos atuais vem sentindo cada vez mais dificuldades em enquadrar-se nestes moldes do Evangelho por achar pesado demais, difícil demais, invertendo a ordem. Isto mostra a superficialidade deste cristianismo mediano que ama a Cristo apenas com palavras e não com o coração (Mt 22.37-40).
Prova disso são as muitas músicas cantadas nas igrejas de hoje: Preciso de uma bênção, não vou desistir, sem ele eu não vou sair daqui; Quem te ver há de falar, ele é mesmo o escolhido; Quem te viu passar na prova e não te ajudou quando ver você na bênção vai se arrepender, vai estar entre a plateia e você no palco; Agora é a sua vez de humilhar; Etc.

Mas infelizmente este não é o pior dos defeitos desta canção. A terceira estrofe é um absurdo! Afirmar que o pecado não consegue esconder a marca de Jesus que existe em você chega a doer nos ouvidos.
Ora, se o pecado não é capaz de esconder a marca de Jesus no indivíduo cristão, isso quer dizer que é totalmente aceitável, segundo o autor, a prática do pecado. Vou repetir: se o pecado não é capaz de esconder a marca de Jesus no indivíduo cristão, isso quer dizer que é totalmente aceitável, segundo o autor, a prática do pecado.
É justamente uma afrmação como esta que faz com que a obra se torne satânica!
"Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça." (Is 59.2).
Como está escrito:
"Não há justo, nem um sequer." (Rm 3.10).
Portanto, a expressão que afirma que o pecado não apaga a "marca" de Jesus na vida do crente não pode ser aceita:
"Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor." (Hb 12.14).
Isso seria o mesmo que aceitar as obras da carne como algo normal:
"Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostiuição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a essas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam." (Gl 5.19-21).
É necessário pôr as coisas em sua devida ordem: somos pecadores e devemos assumir este erro porque não podemos ter acesso ao Pai, a não ser que confessemos de coração e recebamos Dele o perdão e só então poderemos deleitar de uma comunhão com Ele:
"Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (I Jo 1.8,9).

2. Jesus é o caminho - Heloísa Rosa:

Não se turbe o vosso coração
Crede em Deus e também em mim
Na casa de Meu Pai há muitas moradas

Se não fosse assim, eu não teria dito
Vou preparar-vos um lugar
Eu virei e vos levarei para Mim mesmo

Vós conheceis o caminho para onde Eu vou

Eu sou o caminho, a verdade e a vida
Ninguém vem ao Pai, a não ser por Mim

Em verdade eu vos digo, porque eu vou para o Pai
Mas aquele que crer em mim obras maiores fará

Se Me amares verdadeiramente
Guardareis os Meus mandamentos
Eu rogarei ao Pai, Ele vos dará o Consolador
O Espírito da Verdade que o mundo não pode receber
Mas Ele habita em vós
E estará em vós para sempre

Aquele que tem os meus mandamentos
E os guarda, este é o que me ama
E se alguém me amar
Será amado por meu Pai
Eu também o amarei
E me manifestarei a ele

Quero te amar mais, Senhor
Quero te amar mais, Senhor
Quero te amar mais, Senhor
Quero te amar mais, Senhor6

As referências bíblicas a seguir comentam o suficiente acerca da letra desta música:
João 14.1-4,6,11,12,15-18,21-24:
"Não se turbe o vosso coração; crede em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde eu vou... Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim... Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai... Se me amais, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros... Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele... Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viveremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou.7"
É necessário também comentar a respeito da ministração que a cantora faz no meio da música. Ela menciona nada menos que o maior dos mandamentos proferido por Cristo e apresenta ótima aplicação para os dias atuais:
"Mestre, qual é o grande mandamento na Lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento." (Mt 22.36,37)8.
Amar a Deus, dentre outras coisas, é guardar os seus mandamentos, e amá-Lo é ser amado por Ele. Aprendamos a amar o Pai, na música também, de forma bíblica e sem alterações teológicas, como Davi, como Paulo, como Cristo (Mt 26.30) e tantos outros que se dedicam ao estudo minucioso e incansável da Palavra. Do contrário, tudo isso ser agradável ao Diabo.
Creio que isto seja suficiente para abrirmos os olhos e fecharmos os ouvidos e as cordas vocais para cânticos imundos.
"Não ultrapasseis o que está escrito." (I Co 4.6).

NOTAS SOBRESCRITAS:


1. A Bíblia Explicada, S. E. McNair, 4ª edição, 1983, CPAD, p. 180;
2. Cítara é um instrumento de cordas semelhante à lira (Pequena Enciclopédia Bíblia, Orlando Boyer, 8ª edição RA, 2011, editora Vida, p. 154);
3. Bíblia de estudo Palavra-chave hebraico e grego, ARC, 2ª edição, 2011, CPAD, p. 2148;
4. http://letras.mus.br/anderson-freire/raridade/ (acessado em 27/03/2015);
5. Dogma vem do grego dogma e significa opinião, juízo ou parecer num sentido autoritário, i.e., algo que foi expresso daquele modo e nunca, jamais mudará (veja mais sobre dogma aqui);
6. http://letras.mus.br/heloisa-rosa/233289/ (acessado em 27/03/2015);
7. Lembrando que os links dispostos no blog estão na versão ARC ou NVI, esta última quando explícita (mais informações aqui);
8. Veja ainda os textos de Dt 6.5; Js 22.5; Mc 12.30 e Lc 10.25-28.

3 comentários:

Hermes Apollo Silva disse...

Oi irmão, sou do blog "Cristo nos Salvou". Excelente post meu caro.
Também percebo que as músicas cristãs não focam mais em Deus e sim
em vitória pessoal e triunfalismo, humilhar o inimigo e etc.
Queremos hinos voltados para Deus já!
Paz amado!

Jones de Lira disse...

Hermes Apollo Silva,

Obrigado pela visita e comentário!
Seja qual for a "arte" utilizada para pregar o Evangelho, nas suas possibilidades deve ser usada de acordo com a Bíblia, foi por isso que gostei do seu post, sua intenção foi justamente isso. A maioria dos músicos de hoje não tem mais a preocupação de confrontar suas composições com a Palavra de Deus, publicam o que dá "ibope", dinheiro, gravam o que o contrato com a gravadora permite, as ordenanças bíblicas ficam em segundo plano.

Bíblia neles!

ivanda disse...

Ótimo post, concordo plenamente com você. E faço aqui também um pedido gostaria que se possível analisasse a canção " eu tenho a marca da promessa", quando ministram essa música na minha igreja não consigo canta-la de jeito nenhum!!